sexta-feira, 26 de abril de 2013
Declaraçao de amor...
Tanto tempo se passou desde que postei pela última vez...e tantos acontecimentos, tantas novidades neste últimos 7 meses... Nasceu a linda Anita. Um amor que não tem explicação, não tem prazo de validade, não tem cansaço nem vontade de tirar folga. Um amor que pulsa junto com as batidas do meu coração e que me emociona a todo instante.
Parece que ela sempre existiu...nem consigo me lembrar do que era viver sem ela...sem seu sorrisinho banguela, sem seus olhos de bondade. Olhos do papai...que dizem tudo e que se traduzem em amor. Não adoeci quando do nascimento...e nem vou adoecer...rs! Me sinto uma super heroína vestida de mamãe, que tem como missão cuidar da cria...da família. Ao mesmo tempo, me sinto impotente porque não consigo evitar que ela pegue um resfriado...coisa de mãe.
É um amor que dói. E que da medo. Pelo menos em mim...rs! Queria ter certeza de viver eternamente pra que nós nunca nos separássemos. Pra que a cada vitória, tombo, felicidade ou tristeza, eu pudesse estar por perto pra segurar as suas mãos e seguir em frente. Ela me ensinou a ser mãe e, que este amor é maior que tudo. Aguenta coração pra não explodir de felicidade.
E, vou errar e, quem sabe, perder a paciência. Mas aprendi a respirar e vou respirar 10000 vezes até que as coisas se ajeitem e vou sempre agradecer a Deus por ter me dado esta benção na hora certa, com maturidade pra entender que ela tem um caminho diferente do meu e que posso aconselhar, mas ela vai trilhar o próprio caminho e escrever a própria estória. Mas, até la, vou tratar de ficar com ela muuuuuuito no colo e deixá-la dormir muuuuuito entre mim e o papai. Porque estes pequenos gestos são amor pra nós três, mesmo que não seja para os outros. E que tudo passa tão depressa que, se não aproveitarmos cada pedacinho, vamos perder o melhor.
Mas, o melhor mesmo, é acordar com este sorriso lindo e olhar pro lado sabendo que, o que realmente importa é o que está do meu lado, na cama....estes dois amores em forma de gente.
Amo tantooooooo....
sábado, 29 de setembro de 2012
Um momento mágico
Queridos (as), faz tempo que não escrevo, né? Coisas demais acontecendo na vida desta marinheira de primeira viagem... Mas, gostaria de compartilhar com vocês uma data especial: 04/10/2012, dia do nascimento da Anita ou do Lorenzo, este bebê tão amado, desde sempre, por mim e pelo maridão, Sandrão.
É mais do que um filho, é mais do que um presente de Deus, é o Amor maior de Deus, se personificando a cada dia, dentro de mim. Este amor que é a comunhão entre mim, Deus e o Sandro. Este amor que toma forma e modifica nossas vidas, a cada momento.
Queria compartilhar minha alegria e felicidade com vcs. Queria que todos soubessem que estou vivendo um momento pleno de saúde e, como diz uma grande amiga, de estado de graça.
Gostaria de pedir que todos vibrassem por este dia tão especial, próximo ao meio dia, que é quando nosso bebê chegará a este nosso mundo, transformando tudo e todos.
Bem, este post foi curtinho... estou nos últimos preparativos (mas, pra quem me conhece bem, sabe que já tá tudo pronto faz teeeeeempo) ou melhor, estou conferindo pra ver se tudo está dentro dos conformes: mala pronta, quartinho pronto (com ovelhinhas lindas que o papai pintou...), roupinhas lavadas e com cheirinho de bebê...
Tudo lindo, tudo suave e especial, como deve ser...
Queridos (as), faz tempo que não escrevo, né? Coisas demais acontecendo na vida desta marinheira de primeira viagem... Mas, gostaria de compartilhar com vocês uma data especial: 04/10/2012, dia do nascimento da Anita ou do Lorenzo, este bebê tão amado, desde sempre, por mim e pelo maridão, Sandrão.
É mais do que um filho, é mais do que um presente de Deus, é o Amor maior de Deus, se personificando a cada dia, dentro de mim. Este amor que é a comunhão entre mim, Deus e o Sandro. Este amor que toma forma e modifica nossas vidas, a cada momento.
Queria compartilhar minha alegria e felicidade com vcs. Queria que todos soubessem que estou vivendo um momento pleno de saúde e, como diz uma grande amiga, de estado de graça.
Gostaria de pedir que todos vibrassem por este dia tão especial, próximo ao meio dia, que é quando nosso bebê chegará a este nosso mundo, transformando tudo e todos.
Bem, este post foi curtinho... estou nos últimos preparativos (mas, pra quem me conhece bem, sabe que já tá tudo pronto faz teeeeeempo) ou melhor, estou conferindo pra ver se tudo está dentro dos conformes: mala pronta, quartinho pronto (com ovelhinhas lindas que o papai pintou...), roupinhas lavadas e com cheirinho de bebê...
Tudo lindo, tudo suave e especial, como deve ser...
sábado, 2 de junho de 2012
Novidade: baby a vista!!!!
Olá, amigos!!!
Sei que estou muuuuito ausente do nosso querido blog, mas vou tentar me redimir nas férias do trabalho. Prometo!!! Até meu querido Jayme Borges se ofereceu para publicar meus posts e, se necessário, vou recorrer (obrigada, Jayminho!).
Gostaria de contar esta novidade que, ao mesmo tempo me emociona, me alegra, de deixa eufórica, enfim.... mil sentimentos novos estão nascendo dentro do meu coração: o Sandro e eu seremos papais...
Já estou com 21 semanas (completas, hj) e minha barriguinha está visível e linda de morrer. Estou feliz e bem disposta, apesar de passar os 3 primeiros meses muuuito enjoada e preocupada devido a um pequeno sangramento que, felizmente, passou.
Entrei no quarto mês e, para quem já é mamãe ou papai e sabe, tudo passa e a gravidez se torna um momento de saúde que resplandece nos olhos, pele, cabelo... Tudo transpira emoção, amor... É, realmente uma benção e uma dádiva divina que, absolutamente, tem explicação.
Estamos completamente apaixonados por este neném... E isso tornou nossas vidas mais bonitas. Todos estão muito carinhosos e cuidadosos comigo (em casa, na rua, no trabalho...)
Mas, sempre fica a pergunta que não quer calar... E a esclerose múltipla??? Como afeta o bebê? Como afeta a mamãe? E se eu adoecer loo após o parto?
Acho que estas questões devem ser levadas em conta antes de se optar por ter um filho, quando há o diagnóstico de EM. Primeiro porque sim, há o risco da doença se manifestar após o parto, mas já se sabe que não é uma doença transmissível e nem genética. Portanto, com relação a isto, o bebê será saudável ( e será um lindo bebê, tenho certeza!!!!).
Conversei com minhas médicas, Dra Renata e Dra Regina quanto aos prazos e limitações e elas foram unânimes em me dizer que o ideal era ter o bebê até 35/36 anos para que os cuidados pós parto (noites de sono em claro, mudanças de hábitos e rotinas) sejam mais fáceis de se ajustar em sua nova vida. Planejamos este bebê durante anos e, no final do ano passado, resolvemos que transformaríamos nosso sonho em realidade.
Quero compartilhar com vcs que estou muito saudável. Continuo meu tratamento com medicina chinesa e faço a manutenção deste tratamento 1 vez por mês. Meu médico, hoje (o Dr Marcos) disse que estou ótima e que minha barriguinha está pequena, ou seja, ideal para meu tempo de gestação.
Procuro me alimentar bem, com comidas saudáveis e muito líquido. Como algumas besteiras, mas só de vez em quando... O Sandro é meu fiscal e eu o amo por isso, também.
Bem, é isso... Que venha nosso lindo neném. Prometo que, da próxima, posto uma foto da barriga. Também acho interessante um pdf, que minha querida prima Paula me mandou. Acho que deve ser lido com parcimônia porque é um tanto pragmático, mas acho que tem informações boas e esclarecedoras. Quanto a saúde e doença, isto está dentro de vc e de mim e da maneira como encaramos os obstáculos ou os aprendizados da vida.
http://esclerosemultipla.files.wordpress.com/2009/02/gravidez_em.pdf
Bjo enorme pra todos!!!!
Sei que estou muuuuito ausente do nosso querido blog, mas vou tentar me redimir nas férias do trabalho. Prometo!!! Até meu querido Jayme Borges se ofereceu para publicar meus posts e, se necessário, vou recorrer (obrigada, Jayminho!).
Gostaria de contar esta novidade que, ao mesmo tempo me emociona, me alegra, de deixa eufórica, enfim.... mil sentimentos novos estão nascendo dentro do meu coração: o Sandro e eu seremos papais...
Já estou com 21 semanas (completas, hj) e minha barriguinha está visível e linda de morrer. Estou feliz e bem disposta, apesar de passar os 3 primeiros meses muuuito enjoada e preocupada devido a um pequeno sangramento que, felizmente, passou.
Entrei no quarto mês e, para quem já é mamãe ou papai e sabe, tudo passa e a gravidez se torna um momento de saúde que resplandece nos olhos, pele, cabelo... Tudo transpira emoção, amor... É, realmente uma benção e uma dádiva divina que, absolutamente, tem explicação.
Estamos completamente apaixonados por este neném... E isso tornou nossas vidas mais bonitas. Todos estão muito carinhosos e cuidadosos comigo (em casa, na rua, no trabalho...)
Mas, sempre fica a pergunta que não quer calar... E a esclerose múltipla??? Como afeta o bebê? Como afeta a mamãe? E se eu adoecer loo após o parto?
Acho que estas questões devem ser levadas em conta antes de se optar por ter um filho, quando há o diagnóstico de EM. Primeiro porque sim, há o risco da doença se manifestar após o parto, mas já se sabe que não é uma doença transmissível e nem genética. Portanto, com relação a isto, o bebê será saudável ( e será um lindo bebê, tenho certeza!!!!).
Conversei com minhas médicas, Dra Renata e Dra Regina quanto aos prazos e limitações e elas foram unânimes em me dizer que o ideal era ter o bebê até 35/36 anos para que os cuidados pós parto (noites de sono em claro, mudanças de hábitos e rotinas) sejam mais fáceis de se ajustar em sua nova vida. Planejamos este bebê durante anos e, no final do ano passado, resolvemos que transformaríamos nosso sonho em realidade.
Quero compartilhar com vcs que estou muito saudável. Continuo meu tratamento com medicina chinesa e faço a manutenção deste tratamento 1 vez por mês. Meu médico, hoje (o Dr Marcos) disse que estou ótima e que minha barriguinha está pequena, ou seja, ideal para meu tempo de gestação.
Procuro me alimentar bem, com comidas saudáveis e muito líquido. Como algumas besteiras, mas só de vez em quando... O Sandro é meu fiscal e eu o amo por isso, também.
Bem, é isso... Que venha nosso lindo neném. Prometo que, da próxima, posto uma foto da barriga. Também acho interessante um pdf, que minha querida prima Paula me mandou. Acho que deve ser lido com parcimônia porque é um tanto pragmático, mas acho que tem informações boas e esclarecedoras. Quanto a saúde e doença, isto está dentro de vc e de mim e da maneira como encaramos os obstáculos ou os aprendizados da vida.
http://esclerosemultipla.files.wordpress.com/2009/02/gravidez_em.pdf
Bjo enorme pra todos!!!!
quinta-feira, 15 de março de 2012
Outras considerações
Olá, queridos...
Agora sim faz uma eternidade que não escrevo neste querido blog. Já falei da doença, de como foi o meu começo, dos tantos tratamentos, da fé.
Hoje quero falar de uma coisa muito mais íntima: da maneira como a doença me pegou e dos anos que convivo com ela e de todas as reflexões que faço a este respeito.
Sempre fui a aluna número 1. Ótima aluna, ótimas notas, passando de ano no terceiro bimestre e de férias sem nenhuma preocupação em ficar de recuperação ou coisa parecida.
Sempre fui muito competitiva, adoro jogos, adoro competir e, claro, adoro ganhar...
Sempre fui muito exigente comigo mesma. Não gostava de errar, não admitia erros, não queria dar problemas pros meus pais, não queria ser um aborrecimento para eles...
Sempre tive que ser madura... desde muito cedo aprendi que a vida não é um mar de rosas e, desde pequena tive que ser forte e segurar várias barras na minha vida familiar.
Sempre quis trabalhar e comecei cedo porque não gostava da idéia de ter alguém controlando meu dinheiro, minha independência...
Tudo isso permeou minha personalidade durante anoooooos. Nunca fui muito de chorar, sempre fui a amiga que estava lá pra todas as horas, não dizia "não" para os amigos e não era de dividir meus problemas.
Até que veio o diagnóstico da esclerose múltipla... Foi um baque na minha auto estima. Como seria se eu tivesse que me tornar dependente dos outros? Como ficaria meu trabalho? Como afetaria a minha relação com o Sandro? Será que eu teria filhos? Será que afetaria minha memória, meu aprendizado?
Tive que lidar com tantas dúvidas e angústias, todas de uma só vez e aceitar que eu podia errar; que eu podia precisar dos outros e que os outros se doariam pra mim por amor; que eu poderia dizer "não" e impôr os meus limites pros amigos, pra família porque estava em jogo minha saúde e meu bem estar físico e emocional; que eu era frágil além de forte e que poderia ser frágil tanto quanto fosse necessário; que o mundo e a vida de todos continuava com ou sem a minha doença...
Aceitar foi um longo processo ( e é até hoje)... não a doença em si porque esta é uma pequena parcela do que é minha vida, mas aceitar que eu deveria me transformar com a doença e que ela era uma prova na minha vida.
Erguer a cabeça, seguir em frente, lidar cara a cara com a esclerose múltipla foi mais fácil do que implementar mudanças tão arraigadas em mim mesma.
Mas, dia após dia, tento operar estas mudanças dentro de mim e ter um olhar mais generoso comigo mesma.
Entrei na faculdade, no ano passado, e queria tirar 10. Ser aluna nota 10. Até que a fadiga muscular me pegou... aquele cansaço sem fim, corpo dolorido... tive que aceitar ser 9. Tá bom demais, né? Não para alguém como eu... Mas tomei a decisão de ser feliz, custe o que custar. Minha felicidade é 10! Meus momentos com o Sandro são 10! Meus encontros com os amigos são 10! Minha vida é 10!
O resto... bem... vou seguindo e tentando levar com suavidade...
Bjos no coração
Agora sim faz uma eternidade que não escrevo neste querido blog. Já falei da doença, de como foi o meu começo, dos tantos tratamentos, da fé.
Hoje quero falar de uma coisa muito mais íntima: da maneira como a doença me pegou e dos anos que convivo com ela e de todas as reflexões que faço a este respeito.
Sempre fui a aluna número 1. Ótima aluna, ótimas notas, passando de ano no terceiro bimestre e de férias sem nenhuma preocupação em ficar de recuperação ou coisa parecida.
Sempre fui muito competitiva, adoro jogos, adoro competir e, claro, adoro ganhar...
Sempre fui muito exigente comigo mesma. Não gostava de errar, não admitia erros, não queria dar problemas pros meus pais, não queria ser um aborrecimento para eles...
Sempre tive que ser madura... desde muito cedo aprendi que a vida não é um mar de rosas e, desde pequena tive que ser forte e segurar várias barras na minha vida familiar.
Sempre quis trabalhar e comecei cedo porque não gostava da idéia de ter alguém controlando meu dinheiro, minha independência...
Tudo isso permeou minha personalidade durante anoooooos. Nunca fui muito de chorar, sempre fui a amiga que estava lá pra todas as horas, não dizia "não" para os amigos e não era de dividir meus problemas.
Até que veio o diagnóstico da esclerose múltipla... Foi um baque na minha auto estima. Como seria se eu tivesse que me tornar dependente dos outros? Como ficaria meu trabalho? Como afetaria a minha relação com o Sandro? Será que eu teria filhos? Será que afetaria minha memória, meu aprendizado?
Tive que lidar com tantas dúvidas e angústias, todas de uma só vez e aceitar que eu podia errar; que eu podia precisar dos outros e que os outros se doariam pra mim por amor; que eu poderia dizer "não" e impôr os meus limites pros amigos, pra família porque estava em jogo minha saúde e meu bem estar físico e emocional; que eu era frágil além de forte e que poderia ser frágil tanto quanto fosse necessário; que o mundo e a vida de todos continuava com ou sem a minha doença...
Aceitar foi um longo processo ( e é até hoje)... não a doença em si porque esta é uma pequena parcela do que é minha vida, mas aceitar que eu deveria me transformar com a doença e que ela era uma prova na minha vida.
Erguer a cabeça, seguir em frente, lidar cara a cara com a esclerose múltipla foi mais fácil do que implementar mudanças tão arraigadas em mim mesma.
Mas, dia após dia, tento operar estas mudanças dentro de mim e ter um olhar mais generoso comigo mesma.
Entrei na faculdade, no ano passado, e queria tirar 10. Ser aluna nota 10. Até que a fadiga muscular me pegou... aquele cansaço sem fim, corpo dolorido... tive que aceitar ser 9. Tá bom demais, né? Não para alguém como eu... Mas tomei a decisão de ser feliz, custe o que custar. Minha felicidade é 10! Meus momentos com o Sandro são 10! Meus encontros com os amigos são 10! Minha vida é 10!
O resto... bem... vou seguindo e tentando levar com suavidade...
Bjos no coração
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Diagnosticada com esclerose múltipla, Louise Wischermann cria blog e programa de TV para encarar a doença.
publicada ontem atualizada ontem
Sem fundos para continuar processo, ex-paquita segue longe do filho
Louise Wischermann e o filho, Oliver (Foto: Arquivo Pessoal)
Louise e Oliver“Estou sempre indo para o Canadá. O Oliver vem passar férias aqui no Brasil. Nos vemos a cada seis semanas”, diz a loira, com uma ponta de tristeza na voz. Mas Louise logo se anima quando lembra as peripécias do filho em sua última vinda ao Rio, no fim de 2011. “Ele passeou e brincou muito com os primos. Fizemos vários passeios, fomos à praia. Ele praticou até stand up paddle, (esporte onde a pessoa se equilibra na prancha usando um remo), uma gracinha”.
Oliver, que nasceu no Brasil sem apoio algum do ex-marido, ainda não fala fluentemente português, mas já entende tudo da língua materna. Louise conta que este ano, ele terá aulas de português uma vez por semana no Canadá. Segundo a atriz, o menino é apaixonado pelo Brasil.
“Foi tão bonitinho, outro dia o Oliver me ligou e pediu: ‘Mamãe, me manda a música ‘Ai, se eu te pego’?”, conta ela, imitando o sotaque estrangeiro do filho. “Depois, ele apareceu na internet tomando banho de banheira, com o cabelo igual ao do Neymar e cantando a música do Michel Teló”, diverte-se.
Apesar de não ver o filho sempre que pode, Louise está esperançosa de que o drama vai chegar ao fim. “O relacionamento com meu ex-marido está começando a melhorar”, conta ela, que atualmente namora o fotógrafo Felipe Monsanto.
Blog e programa de TV para enfrentar a doença
Louise na série canadense 'Lexx'Hoje, prestes a completar 38 anos, Louise foca seu tratamento na alimentação, optando por uma dieta mais natural. “Faço uma dieta ayurvédica, sem glúten, com muitas frutas, legumes, verduras. Tudo acompanhado por médicos”, conta ela, que faz massagens terapêuticas regularmente e usa óculos de prisma que, segundo Louise, ajudam a manter o equilíbrio motor.
Outro projeto de Louise, este ainda em fase de implementação, é um programa de TV sobre pessoas que sofrem de alguma limitação, física ou mental. “Quero ser uma porta-voz dessas pessoas, quero mostrar que descobrir uma limitação pode ser um recomeço, e não um fim. A vida não acabou”, diz a atriz.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Alzheimer revertido pela primeira vez
Alzheimer revertido pela primeira vez
Enviado por luisnassif, qui, 01/12/2011 - 08:20Por Nilva de Souza
Alzheimer revertida pela primeira vez

Pela primeira vez, foi revertida a doença de Alzheimer em pacientes com a doença, há mais de um ano. Os cientistas usaram a técnica de estimulação cerebral profunda, que usa elétrodos para aplicar pulsos de eletricidade diretamente no cérebro.
p>Investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderados por Andres Lozano, aplicaram estimulação cerebral profunda em seis pacientes.
Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer.
Nos outros quatro, foi parado o processo de deterioração.
Nos portadores de Alzheimer, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher.
O centro de memória funciona no hipocampo, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo.
Desta feita, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.
Durante a investigação, a equipa de cientistas canadianos instalou os dispositivos no cérebro de seis pessoas que tinham sido diagnosticadas com Alzheimer, há, pelo menos, um ano.
Assim, colocaram elétrodos perto do fórnix, conjunto de neurónios que carregam sinais para o hipocampo, aplicando, depois, pequenos impulsos elétricos, 130 vezes por segundo.
Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento do hipótalamo de 5 por cento e, outro, 8 por cento.
Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida a doença.
Os cientistas têm, contudo, ainda de conhecer mais sobre o modo como a estimulação funciona no cérebro.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
MENTALIDADE DE VENCEDOR - Fatima Corga
Muitos, ao enfrentar problemas, ou revezes da vida, ficam chocados, prostrados, desanimam e não perseveram…. Perfeitamente compreensível, especialmente se a luta vem de algum tempo sem nenhum resultado aparente.
E não é raro as pessoas aceitarem este estado com o pensamento de que isto faz parte da vida, (a doença, o mau relacionamento, o situação incômoda). Porém se quiser viver da melhor maneira possível, precisa ser mais determinado. Você tem pleno potencial e precisa encontrar forças na adversidade. A atitude correta de pensamento é: Eu posso ter sido derrubado algumas vezes na vida, mas não vou ficar no chão, estou determinado a ter vitórias. Estou determinado a ter um o ótimo relacionamento. Estou determinado a resolver meus problemas.
Todos enfrentamos desafios na vida. Todos temos coisas que são contrárias as nós. Podemos ser derrubados exteriormente, mas o segredo de uma vida vitoriosa é aprender a levantar interiormente.
Você talvez esteja com um diagnóstico médico ruim, talvez esteja em alguma confusão, que parece não poder sair, algo terrível pode estar acontecendo, e esteja se sentindo como se sua vida estivesse desmoronando, derrubando-lhe, empurrando-lhe para baixo.
Mas… não precisa ficar embaixo, mesmo que não possa se erguer externamente, levante-se interiormente!!!
Tenha uma atitude e mentalidade de vencedor. Não é fácil, mas esforce-se, por favor, pelo menos dê o primeiro passo, e o primeiro passo é o pensamento que você deve ter. Tenha fé. Não se permita escorregar neste modo negativo, queixando-se ou culpando-se, ou culpando situações e pessoas, e até Deus.
Tenha a coragem de agradecer esta situação e pergunte-se o que pode fazer para reverte-la. Acredite! todas as situações sempre nos trazem lições, aprendizado mesmo, o que precisamos é conseguir enxergar isto, é pedir orientação divina para que vejamos com clareza. Se aprender a fazer isto, as adversidades não poderão mantê-lo no chão.
Talvez você já tenha feito o melhor que podia: orou, acreditou, colocou firmemente fé e esperança; Mas nada parece estar acontecendo. E você está tentado a dizer: "De que adianta"? As coisas não vão mudar mesmo...
Por favor, jamais desista! Continue a acreditar! A orar! Continue a esperar, com fé. Lembre de Benjamin Franklin, pense que se ele tivesse desistido, depois de varias tentativas fracassadas, nós não teríamos o pára-raios, hoje.
Guarde para si, esta verdade: você será será sempre recompensado por seus esforços e por sua fé. Mas precisa ficar de pé. Se não puder se levantar fisicamente, fique de pé interiormente. Se a doença o derrubou, não precisa ficar prostrado espiritual ou emocionalmente. Levante-se na mente, no coração e na vontade.
Se você trabalha com pessoas que lhe deixam mal, não deixe que este lixo mental o perturbe, deixe que entre por um ouvido e saia por outro. As pessoas fazem conosco o que permitimos, apenas.
Não permita jamais que alguém o abata interiormente, não deixe ninguém roubar sua alegria. Faça um esforço e permaneça inabalável interiormente. Fácil não é, mas…, ai está o grande desafio.
Fazer diferente, não envolver-se com a situação. Se você for derrubado por circunstancias que fogem ao seu controle (uma demissão, um abandono, etc.) A sua atitude precisa ser a seguinte:
Mentalmente ou em voz alta diga: Essa coisa não vai me derrotar, Isso não vai roubar minha alegria. Sou vencedor! Não sou vítima de nada. Sei e acredito que se uma porta se fecha, outra melhor e maior, já está aberta para mim.
Com esta atitude você supera tudo.. Não admita jamais a derrota.. Ela não existe. Encare os obstáculos como degraus da subida. Como pedras para construir seu castelo. E sobretudo, pense, pense coisas boas, grandiosas, felizes, prazerosas, pois o pensamento é o começo dos sonhos, e eles se realizam sim, basta que dê a eles, a força do pensamento positivo (constante).
Escolha viver com atitudes positivas sempre! O negativo é ruim, atrai mais negatividade ainda. Grave esta frase: Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento!
Independente da situação que esteja atravessando ou do quão difícil está sendo, você pode permanecer inabalável por dentro. Vai precisar de coragem, definitivamente vai ter que ter determinação, mas …. vai conseguir, se essa for a sua decisão. Você terá de agir motivado pela vontade, e não, pela emoção.
Talvez você esteja sentado esperando que algo mude, ou que Deus mude suas circunstâncias e pensa… Depois vou ser feliz, depois vou assumir uma boa atitude, depois vou…. Pare…. Não é por aí… Faça a sua parte, primeiro. E automaticamente as coisas começam a acontecer. As coisas começam a mudar sim…. Experimente mudar sua atitude!
Outra coisa, não fique tentado a se lamentar pelo que perdeu, se lhe enganaram, se lhe maltrataram, se lhe injustiçaram,…. talvez até pensando que sua vida não será mais a mesma, por causa de tantas coisas ruins.
Saia disso:
Desenvolva a mentalidade de vencedor e observa as mudanças que ocorrerão.
Desenvolva a mentalidade de vencedor e observa as mudanças que ocorrerão.
As circunstâncias estão sujeitas a mudança repentina, especialmente quando você se lavanta interiormente. Ao enfrentar a adversidade, evite comportar-se com infantilidade, choramingando pelos cantos, deixe de se queixar, de ter pena de si mesmo. Você é um vencedor, e não é digno de pena, jamais!!!
Mesmo cansado, fatigado, exausto, até querendo entregar os pontos, e pensando que nunca vai conseguir se livrar de um vício, de uma situação, de uma dívida, de um amor mal sucedido, ou da falta dele; estando já no limite do que possa suportar… jamais se permita agitar a bandeira branca da rendição…
Você precisa em primeiro lugar, abandonar essa mentalidade de derrota e começar a acreditar de forma positiva. A sua atitude dever ser: Vou sair dessa! Isto que está acontecendo não veio para ficar, não… O dia da minha libertação é hoje…. Eu posso, eu quero eu aceito a vitória. Eu mereço prosperidade, eu mereço todas as coisas boas, pois sou criação divina, sou herdeiro deste universo!
E importante que você reerga-se sempre, não importa quantas vezes precisar. Cada queda é uma oportunidade de reerguer-se mais forte, mais preparado, mais experiente. Pense em quando começa uma atividade física, você sabe que quanto mais persistir, mais apto e mais exercícios se permitirá e conseguirá atingir. Começa com uma leve caminhada, e aos poucos, quando percebe, já está capacitado para correr….
Jamais, desista de seus projetos.. Jamais, se conforme com a mediocridade… Acredite sempre que o melhor vai acontecer. Permaneça sempre inabalável por dentro.
O desafio é grande, mas vale a pena lutar e tentar. Independente do número de vezes que for derrubado, continue a se levantar.
E fale com Deus Pai, com todo o seu coração: "Renova em mim, Oh Deus, um espírito correto, persistente e firme".
Talvez precise pedir para se livrar de suas atitudes negativas, de sua autocomiseração. Se for o caso peça, pois está escrito, que se pedires recebereis sempre!
Aprenda a ser feliz mesmo quando as coisas não saem do jeito que queria. Persevere sempre tendo uma boa atitude.
A Ciência médica confirma que as pessoas com um espírito agressivo e determinado, em geral recuperam a saúde mais rápido do que aquelas que têm a tendência de ser negativas e desanimadas.
Um espírito negativo seca sua energia e enfraquece seu sistema imunológico.
Diga sempre consigo mesmo "Estou repleto do poder infinito de Deus que torna capaz de fazer as coisa. Sou capaz de superar. Sou capaz de viver vitorioso. Sou capaz de me levantar interiormente.". Aprenda a entrar em contato com o poder que Deus colocou dentro de você.
Faça a sua parte…. Tome a firme decisão de permanecer inabalável por dentro, independentemente do que o atacar em sua vida.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
OUTROS TRATAMENTOS
Olá, queridos!!!!
Nesta época do ano, o que não podemos deixar de falar é da fé... da fé que remove montanhas, que nos cura, que nos salva... Da fé que nos faz enxergar o amor de Deus por nós e como ele age de maneira maravilhosa nas nossas vidas.
Não sei se todos sabem, mas sou kardecista. A verdade é que muitas pessoas não entendem o que isto significa, mas não vem ao caso explicar com profundidade, só dizer que é uma religião cristã, como o catolicismo, o protestantismo... O caminho que cada um escolhe como verdadeiro faz parte da maneira como foi criado e das crenças que construiu ao longo de suas vidas. E isto faz parte de cada um de nós ao mesmo tempo que somos irmãos em Cristo e que o maior exemplo de amor que damos em nossas vidas é respeitar o outro... seja no credo, nas opiniões pessoais, nos gostos, enfim...
Comecei com esta introdução porque gostaria de compartilhar dois tipos de tratamentos, nada convencionais, a que fui submetida quando estava no início da EM.
O primeiro deles foi uma operação espiritual, que fiz num centro kardecista. A operação, na verdade, é um passe espiritual, num lugar semelhante a um hospital, com macas e lençóis imaculadamente brancos. O médium que me deu o passe me disse a respeito da minha doença (nunca tinha visto ele, antes e nem fornecido nenhum detalhe do motivo porque fui fazer a operação) e que ela, apesar de não ter cura e de eu não ter o merecimento desta cura, que eu tinha uma opção: ser honesta, boa, caridosa, andar no caminho do bem, ser fiel e leal... que estes comportamentos ou atitudes seriam o divisor de águas entre estar bem ou mal de saúde. Que a doença só iria se agravar se eu fizesse escolhas ruins e que isto estava nas minhas mãos.
Ao mesmo tempo, no centro que frequento e que, na época, era uma estudante, comecei a fazer um tratamento que se chama passe metafísico. Este passe é dado somente por profissionais que atuam na área da saúde (médicos, enfermeiros, biomédicos, etc...). Passei por este tratamento durante alguns meses.
Enfim... queria compartilhar com vcs que não só o tratamento espartano e comum me curou. A minha fé em Deus e as minhas crenças positivas me curaram também. Independente de qual for a sua fé, o caminho da cura está, antes de mais nada, em Deus. E esta fé me curou e me salvou porque me tornou uma pessoa um pouco melhor ou caminhando neste sentido...
Desejo a todos um Natal de paz e amor e um 2012 de muitas realizações
Com muito amor
Tati
Nesta época do ano, o que não podemos deixar de falar é da fé... da fé que remove montanhas, que nos cura, que nos salva... Da fé que nos faz enxergar o amor de Deus por nós e como ele age de maneira maravilhosa nas nossas vidas.
Não sei se todos sabem, mas sou kardecista. A verdade é que muitas pessoas não entendem o que isto significa, mas não vem ao caso explicar com profundidade, só dizer que é uma religião cristã, como o catolicismo, o protestantismo... O caminho que cada um escolhe como verdadeiro faz parte da maneira como foi criado e das crenças que construiu ao longo de suas vidas. E isto faz parte de cada um de nós ao mesmo tempo que somos irmãos em Cristo e que o maior exemplo de amor que damos em nossas vidas é respeitar o outro... seja no credo, nas opiniões pessoais, nos gostos, enfim...
Comecei com esta introdução porque gostaria de compartilhar dois tipos de tratamentos, nada convencionais, a que fui submetida quando estava no início da EM.
O primeiro deles foi uma operação espiritual, que fiz num centro kardecista. A operação, na verdade, é um passe espiritual, num lugar semelhante a um hospital, com macas e lençóis imaculadamente brancos. O médium que me deu o passe me disse a respeito da minha doença (nunca tinha visto ele, antes e nem fornecido nenhum detalhe do motivo porque fui fazer a operação) e que ela, apesar de não ter cura e de eu não ter o merecimento desta cura, que eu tinha uma opção: ser honesta, boa, caridosa, andar no caminho do bem, ser fiel e leal... que estes comportamentos ou atitudes seriam o divisor de águas entre estar bem ou mal de saúde. Que a doença só iria se agravar se eu fizesse escolhas ruins e que isto estava nas minhas mãos.
Ao mesmo tempo, no centro que frequento e que, na época, era uma estudante, comecei a fazer um tratamento que se chama passe metafísico. Este passe é dado somente por profissionais que atuam na área da saúde (médicos, enfermeiros, biomédicos, etc...). Passei por este tratamento durante alguns meses.
Enfim... queria compartilhar com vcs que não só o tratamento espartano e comum me curou. A minha fé em Deus e as minhas crenças positivas me curaram também. Independente de qual for a sua fé, o caminho da cura está, antes de mais nada, em Deus. E esta fé me curou e me salvou porque me tornou uma pessoa um pouco melhor ou caminhando neste sentido...
Desejo a todos um Natal de paz e amor e um 2012 de muitas realizações
Com muito amor
Tati
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
TRATAMENTO - PARTE 2
Demorei para voltar a escrever porque a vida é tão, tão corrida que parece que foi ontem que fiz o último post.
Bem, passei 3 meses tomando as injeções, me sentindo horrível, ensaiando para o fatídico dia de tomá-la, a ressaca pós injeção, etc. Em fevereiro de 2008 uma amiga, Renata Balsamão, me ofereceu a ajuda de seu sogro, o acupunturista, fitoterapeuta, homeopata, amigo, psicólogo (isso falo, por hoje...) Dr Marcos Hourneaux. Na primeira consulta achei ele tão bravo que decidi que seria bom pra minha saúde um pouco de disciplina. Viajei por uns dias para Floripa e, na volta, comecei um tratamento intensivo com Dr Marcos. Ele me fez uma proposta: abrir mão da carne vermelha, pouquíssimo café, chocolate, guaraná ( e outros alimentos estimulantes), nada de leite e pouquíssimos derivados. Tomar rigorosamente alguns fitoterápicos, algumas vitaminas e incrementar minha alimentação com soja, linhaça e outros farelos. Putz... esqueci do pior... restringir a Coca Cola (sou cocólatra!!!!). Mas, o Dr Marcos passa tanta confiança, tanto conhecimento, que embarquei no tratamento e na proposta que ele me oferecia. Tudo isto regado a sessões semanais de acupuntura. Continuaria tomando o Interferon enquanto fazia o tratamento e, só pararia, se a Dra Renata assim sugerisse.
Mantive este tratamento por mais 1 ano e 2 meses. Emagreci, fiquei com a pele brilhante e mais saudável, muuuito disposta, cheia de energia. Recebia elogios da minha médica a cada consulta (que, nesta época, eram muito frequentes). O tratamento estava funcionando. Mas, ainda haviam as injeções. E elas me chateavam muito.
Fiz uma viagem para os EUA e, com consentimento da Dra Renata, passei 15 dias sem as injeções. Isto foi em dezembro de 2008. As sessões semanais de acupuntura continuavam. Em março de 2009, fiz uma ressonância nova e, para surpresa de todos, algumas manchas haviam sumido, diminuido, sei lá. Enfim, em abril de 2009, a Dra Renata, me fez uma proposta, também: tentar ficar sem o Interferon por 1 mês, que se estende, até hoje, Graças a Deus. Graças a Deus que está no tratamento, no amor e no cuidado que a Dra Renata teve ( e tem ) comigo; nas broncas de amigo mais velho, conselhos, cuidados, carinho e atenção que o Dr Marcos me dá, todas as vezes que nos encontramos ( que, atualmente, é 1 vez por mês). Eles são os instrumentos do amor de Deus por mim. E eu agradeço por isso....
Até a próxima...
Bem, passei 3 meses tomando as injeções, me sentindo horrível, ensaiando para o fatídico dia de tomá-la, a ressaca pós injeção, etc. Em fevereiro de 2008 uma amiga, Renata Balsamão, me ofereceu a ajuda de seu sogro, o acupunturista, fitoterapeuta, homeopata, amigo, psicólogo (isso falo, por hoje...) Dr Marcos Hourneaux. Na primeira consulta achei ele tão bravo que decidi que seria bom pra minha saúde um pouco de disciplina. Viajei por uns dias para Floripa e, na volta, comecei um tratamento intensivo com Dr Marcos. Ele me fez uma proposta: abrir mão da carne vermelha, pouquíssimo café, chocolate, guaraná ( e outros alimentos estimulantes), nada de leite e pouquíssimos derivados. Tomar rigorosamente alguns fitoterápicos, algumas vitaminas e incrementar minha alimentação com soja, linhaça e outros farelos. Putz... esqueci do pior... restringir a Coca Cola (sou cocólatra!!!!). Mas, o Dr Marcos passa tanta confiança, tanto conhecimento, que embarquei no tratamento e na proposta que ele me oferecia. Tudo isto regado a sessões semanais de acupuntura. Continuaria tomando o Interferon enquanto fazia o tratamento e, só pararia, se a Dra Renata assim sugerisse.
Mantive este tratamento por mais 1 ano e 2 meses. Emagreci, fiquei com a pele brilhante e mais saudável, muuuito disposta, cheia de energia. Recebia elogios da minha médica a cada consulta (que, nesta época, eram muito frequentes). O tratamento estava funcionando. Mas, ainda haviam as injeções. E elas me chateavam muito.
Fiz uma viagem para os EUA e, com consentimento da Dra Renata, passei 15 dias sem as injeções. Isto foi em dezembro de 2008. As sessões semanais de acupuntura continuavam. Em março de 2009, fiz uma ressonância nova e, para surpresa de todos, algumas manchas haviam sumido, diminuido, sei lá. Enfim, em abril de 2009, a Dra Renata, me fez uma proposta, também: tentar ficar sem o Interferon por 1 mês, que se estende, até hoje, Graças a Deus. Graças a Deus que está no tratamento, no amor e no cuidado que a Dra Renata teve ( e tem ) comigo; nas broncas de amigo mais velho, conselhos, cuidados, carinho e atenção que o Dr Marcos me dá, todas as vezes que nos encontramos ( que, atualmente, é 1 vez por mês). Eles são os instrumentos do amor de Deus por mim. E eu agradeço por isso....
Até a próxima...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
tratamento
Naquela época, há 4 anos, iniciei um tratamento de choque... com medo, preocupada com o futuro, com poucos conhecimentos, me sentindo vulnerável, não busquei soluções diferentes àquelas que me foram apresentadas num primeiro momento... PULSOTERAPIA (terapia com bombas de cortisona, internações, etc) e INTERFERON ( "...são proteínas naturais produzidas pelas células do sistema imunológico em resposta à ameaça de agentes como vírus, bactérias, parasitas e tumores. São proteínas que combatem certas infecções virais e certos tipos de câncer. A maioria dos interferons não é derivada de sangue. Alguns são derivados de frações dos glóbulos brancos de sangue humano. São utilizados para tratar condições como a esclerose múltipla, câncer sistêmico, hepatite C e leucemia.").
As internações foram uma festa... minha principal companheira de quarto (fazendo justiça a uma amiga super exemplar - Dani Gumiero) e outros amigos preencheram os meus dias de internação com visitas, risadas, comidas, revistas, etc... A doença não regredia e nem crescia, então, não me sentia mal... mas tinha que ficar internada por causa da medicação ( nem todos os pacientes precisam da internação... podem tomar a medicação e voltar para casa, seguindo esta tarefa por alguns dias...). No meu caso, fiquei internada por 5 dias, durante 3 meses seguidos. Ao final do quinto dia, voltava pra casa e me sentia inchada, feia, doente.
Após a última internação, comecei a tomar o interferon. Quando me foi prescrito, utilizei a prioridade que os portadores de esclerose múltipla tem, que é a de pegar o remédio pelo SUS. Filas, espera, falta de remédio, mas, por fim, sempre conseguia. O interferon não pode ser comprado por qualquer pessoa. É remédio de altíssimo custo, sendo que cada injeção custa, em média, 500 reais. É necessário tomar 1 por semana. Minha médica me instruiu conhecer o Programa Bia (http://www.programabia.com.br/). Este programa leva uma enfermeira a sua casa para te ensinar a auto aplicar as injeções, além de te fornecer bolsas para transporte das injeções ( que precisam de geladeira e estar climatizadas), bolsas de gelo, revistas informando todas as novidades a respeito da doença, das pesquisas, etc... Aprendi a aplicar as injeções (que foram os momentos mais traumáticos de toda esta experiência) e a lidar com o dia seguinte: dores no corpo, febre, indisposição física, tristeza, etc...Depois de 2 dias, bola pra frente, trabalho, namoro, vida normal... esquecendo que, na semana seguinte, teria que passar por tudo isso, novamente...
Bom, outro dia conto como tudo mudou...
Até lá!
Mil bjos
As internações foram uma festa... minha principal companheira de quarto (fazendo justiça a uma amiga super exemplar - Dani Gumiero) e outros amigos preencheram os meus dias de internação com visitas, risadas, comidas, revistas, etc... A doença não regredia e nem crescia, então, não me sentia mal... mas tinha que ficar internada por causa da medicação ( nem todos os pacientes precisam da internação... podem tomar a medicação e voltar para casa, seguindo esta tarefa por alguns dias...). No meu caso, fiquei internada por 5 dias, durante 3 meses seguidos. Ao final do quinto dia, voltava pra casa e me sentia inchada, feia, doente.
Após a última internação, comecei a tomar o interferon. Quando me foi prescrito, utilizei a prioridade que os portadores de esclerose múltipla tem, que é a de pegar o remédio pelo SUS. Filas, espera, falta de remédio, mas, por fim, sempre conseguia. O interferon não pode ser comprado por qualquer pessoa. É remédio de altíssimo custo, sendo que cada injeção custa, em média, 500 reais. É necessário tomar 1 por semana. Minha médica me instruiu conhecer o Programa Bia (http://www.programabia.com.br/). Este programa leva uma enfermeira a sua casa para te ensinar a auto aplicar as injeções, além de te fornecer bolsas para transporte das injeções ( que precisam de geladeira e estar climatizadas), bolsas de gelo, revistas informando todas as novidades a respeito da doença, das pesquisas, etc... Aprendi a aplicar as injeções (que foram os momentos mais traumáticos de toda esta experiência) e a lidar com o dia seguinte: dores no corpo, febre, indisposição física, tristeza, etc...Depois de 2 dias, bola pra frente, trabalho, namoro, vida normal... esquecendo que, na semana seguinte, teria que passar por tudo isso, novamente...
Bom, outro dia conto como tudo mudou...
Até lá!
Mil bjos
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
como tudo começou - parte 2
Comecei o outro post dizendo "como tudo começou...", porém não expliquei como começou para mim... Foi assim...
Um dia, ao acordar e entrar no chuveiro, tive um estranhamento quando não senti direito a água quente no braço. Parecia que estava voltando de uma anestesia, como se a sensibilidade estivesse lá no fundo do braço e não na pele. Porém, quando coloquei o corpo inteiro, a água quente queimou me braço esquerdo... a água do chuveiro estava quente demais. Percebi que a perna direita e esquerda também apresentavam essa dissonância de sensações: sentia um estranhamento em todo o lado direito, do pescoço para baixo e o lado esquerdo estava completamente "normal".
Achei que tinha exagerado nos exercícios da véspera (malhava muito e vivia de dieta) e que, por este motivo, alguma vértebra da coluna tinha saído do lugar e estava pinçando algum nervo. Mas, no dia seguinte, estava igual... Fui ao hospital e os médicos, após uma tomografia (para descartar um avc ou coisa parecida) me orentaram a, passados 3 dias com os mesmos sintomas, que procurasse um neurologista.
Os sintomas perduraram. Fui ao neuro e, após uma ressonância de crânio e pescoço, a hipótese diagnóstica: ESCLEROSE MÚLTIPLA!!!!! Achei recente confira neste primeiro resultado e fui a outro médico, muito conceituado na área e especialista em EM. Fiz uma bateria de exames de sangue e de líquor da medula, mas com todos os resultados na mão, o médico me disse que era prematuro diagnosticar como EM porque, como diz o nome, há múltiplos sintomas e eu só apresentava um.
Este talvez tenha sido um grande equívoco nesta minha história porque, passados 3 meses já nào havia mais sintomas... Eu achei que ele estava certo e me senti muito feliz. Nove meses depois do primeiro sintoma eu estava trabalhando, montando minhas bijoux quando, de repente, tive uma vertigem, uma sensação de desmaio (que não ocorreu) e, quando passou, percebi que minha visão estava alterada... como se estivesse turva ou leitosa, diminuindo minha capacidade de enxergar os detalhes, mas somente do olho direito. Nem quis pensar no pior. Achei que meu grau de hipermetropia tinha aumentado. Achei muito curioso porque sou hipermétrope há muuuuuuitos anos. Naquele mesmo dia, à noite, estava me maquiando para ir a uma balada com umas amigas quando, ao acabar, a Daniela Gumiero, grande amiga, me disse: "Tati, acho que vou te levar ao médico amanhã... você não está enxergando... pintou fora dos olhos". Fiquei surpresa com esta incapacidade de enxergar e, no dia seguinte, fui ao oftalmo com a Dani. Ele me disse que não havia nada de errado com meus olhos e que eu procurasse um neurologista. Putz... caiu uma bomba nas minhas costas. Eu não estava preparada para estar às voltas com um neurologista, de novo.... Fui, através da Dani, num super neurologista bam-bam-bam e ele me diagnosticou: Esclerose Múltipla! Não me convenceu. Fui em outra médica, super, super conceituada na área de Hematologia (Dra. Marcia), a quem, aliás, devo muito, de coração, porque ela me apresentou a Dra. Renata, minha querida Dra. Renata, mais que minha médica, minha amiga e grande incentivadora da minha jornada. A Dra Renata, em conjunto com a Dra. Samira (sumidades em EM, no Brasil), diagnosticaram, definitivamente, como Esclerose Múltipla Recorrente Remissiva, o conjunto de sintomas que eu apresentava ( neste momento, tive muitas perdas de sensibilidade do lado direito). Iniciei um tratamento de choque, mas isso, fica para outro dia, outro post...
Um grande beijo
Um dia, ao acordar e entrar no chuveiro, tive um estranhamento quando não senti direito a água quente no braço. Parecia que estava voltando de uma anestesia, como se a sensibilidade estivesse lá no fundo do braço e não na pele. Porém, quando coloquei o corpo inteiro, a água quente queimou me braço esquerdo... a água do chuveiro estava quente demais. Percebi que a perna direita e esquerda também apresentavam essa dissonância de sensações: sentia um estranhamento em todo o lado direito, do pescoço para baixo e o lado esquerdo estava completamente "normal".
Achei que tinha exagerado nos exercícios da véspera (malhava muito e vivia de dieta) e que, por este motivo, alguma vértebra da coluna tinha saído do lugar e estava pinçando algum nervo. Mas, no dia seguinte, estava igual... Fui ao hospital e os médicos, após uma tomografia (para descartar um avc ou coisa parecida) me orentaram a, passados 3 dias com os mesmos sintomas, que procurasse um neurologista.
Os sintomas perduraram. Fui ao neuro e, após uma ressonância de crânio e pescoço, a hipótese diagnóstica: ESCLEROSE MÚLTIPLA!!!!! Achei recente confira neste primeiro resultado e fui a outro médico, muito conceituado na área e especialista em EM. Fiz uma bateria de exames de sangue e de líquor da medula, mas com todos os resultados na mão, o médico me disse que era prematuro diagnosticar como EM porque, como diz o nome, há múltiplos sintomas e eu só apresentava um.
Este talvez tenha sido um grande equívoco nesta minha história porque, passados 3 meses já nào havia mais sintomas... Eu achei que ele estava certo e me senti muito feliz. Nove meses depois do primeiro sintoma eu estava trabalhando, montando minhas bijoux quando, de repente, tive uma vertigem, uma sensação de desmaio (que não ocorreu) e, quando passou, percebi que minha visão estava alterada... como se estivesse turva ou leitosa, diminuindo minha capacidade de enxergar os detalhes, mas somente do olho direito. Nem quis pensar no pior. Achei que meu grau de hipermetropia tinha aumentado. Achei muito curioso porque sou hipermétrope há muuuuuuitos anos. Naquele mesmo dia, à noite, estava me maquiando para ir a uma balada com umas amigas quando, ao acabar, a Daniela Gumiero, grande amiga, me disse: "Tati, acho que vou te levar ao médico amanhã... você não está enxergando... pintou fora dos olhos". Fiquei surpresa com esta incapacidade de enxergar e, no dia seguinte, fui ao oftalmo com a Dani. Ele me disse que não havia nada de errado com meus olhos e que eu procurasse um neurologista. Putz... caiu uma bomba nas minhas costas. Eu não estava preparada para estar às voltas com um neurologista, de novo.... Fui, através da Dani, num super neurologista bam-bam-bam e ele me diagnosticou: Esclerose Múltipla! Não me convenceu. Fui em outra médica, super, super conceituada na área de Hematologia (Dra. Marcia), a quem, aliás, devo muito, de coração, porque ela me apresentou a Dra. Renata, minha querida Dra. Renata, mais que minha médica, minha amiga e grande incentivadora da minha jornada. A Dra Renata, em conjunto com a Dra. Samira (sumidades em EM, no Brasil), diagnosticaram, definitivamente, como Esclerose Múltipla Recorrente Remissiva, o conjunto de sintomas que eu apresentava ( neste momento, tive muitas perdas de sensibilidade do lado direito). Iniciei um tratamento de choque, mas isso, fica para outro dia, outro post...
Um grande beijo
terça-feira, 13 de setembro de 2011
como tudo começou
Sou a Tatiana Korilov, tenho 34 anos e convivo há 4 anos com o que chamam, na medicina ocidental, de esclerose múltipla e, na medicina orinetal, de deficiência do chi do rim. Talvez algo como um desequilíbrio do rim... não uma doença e nem uma sentença.
Nestes 4 anos, me trato e me consulto mesclando as duas filosofias e tenho tido resultados mais do que satisfatórios. Me sinto saudável, forte, feliz, com esperança no futuro, amada e, acima de tudo, acreditando que tudo que eu preciso para me conservar assim, está dentro de mim.
Alguns podem chamar de poder interior, outros de milagre... eu chamo de perseverança, de esperança, de fé em Deus e na bondade dos homens. Todos os dias eu recebo um milagre na minha vida... um colega da faculdade que me liga pra saber se estou bem, se estou com fadiga muscular... outro dia, meu amor me olha coçando os olhos e me pergunta se estou enxergando bem, se estou fraca... Este é o amor que cura, que nos faz ter esperança... é deste amor, deste poder que temos em nossas mãos, que gostaria de falar neste blog. Quero compartilhar com vocês o que a esclerose múltipla me trouxe ( por pior que ela pareça num primeiro momento) de bom, de mudança de hábitos e de costumes.
Espero que, se algum médico ou profissional da saúde ler o meu blog, me ajude a corrigir as falhas que eu tiver quando falar da doença em si. Mas, mais do que falar da doença, gostaria de dizer que é possível conviver com ela como se ela não existisse... ou melhor, como se ela fosse a alavanca que precisávamos para viver melhor, cuidar mais do corpo e do espírito.
Peço que colaborem, que me ajudem a divulgar... vocês são todos queridos do meu coração... aproveitem para tirar as dúvidas, saber como lidar, entender esta complexidade que é a esclerose múltipla ( apesar de preferir dizer desequilíbrio do chi do rim....).
É isso... primeiro post... ufa... queria há tempos fazer isso... e isso está nascendo.
Obrigada!!!
Tati
Nestes 4 anos, me trato e me consulto mesclando as duas filosofias e tenho tido resultados mais do que satisfatórios. Me sinto saudável, forte, feliz, com esperança no futuro, amada e, acima de tudo, acreditando que tudo que eu preciso para me conservar assim, está dentro de mim.
Alguns podem chamar de poder interior, outros de milagre... eu chamo de perseverança, de esperança, de fé em Deus e na bondade dos homens. Todos os dias eu recebo um milagre na minha vida... um colega da faculdade que me liga pra saber se estou bem, se estou com fadiga muscular... outro dia, meu amor me olha coçando os olhos e me pergunta se estou enxergando bem, se estou fraca... Este é o amor que cura, que nos faz ter esperança... é deste amor, deste poder que temos em nossas mãos, que gostaria de falar neste blog. Quero compartilhar com vocês o que a esclerose múltipla me trouxe ( por pior que ela pareça num primeiro momento) de bom, de mudança de hábitos e de costumes.
Espero que, se algum médico ou profissional da saúde ler o meu blog, me ajude a corrigir as falhas que eu tiver quando falar da doença em si. Mas, mais do que falar da doença, gostaria de dizer que é possível conviver com ela como se ela não existisse... ou melhor, como se ela fosse a alavanca que precisávamos para viver melhor, cuidar mais do corpo e do espírito.
Peço que colaborem, que me ajudem a divulgar... vocês são todos queridos do meu coração... aproveitem para tirar as dúvidas, saber como lidar, entender esta complexidade que é a esclerose múltipla ( apesar de preferir dizer desequilíbrio do chi do rim....).
É isso... primeiro post... ufa... queria há tempos fazer isso... e isso está nascendo.
Obrigada!!!
Tati
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